Espremeu uma espinha? O risco pode ser muito maior do que você imagina, alerta caso de influenciador internado
- há 1 dia
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Uma atitude comum do dia a dia levou um influenciador a uma grave infecção no rosto e acendeu um alerta dos médicos. Dependendo da região afetada, espremer uma espinha pode favorecer complicações sérias e exigir atendimento hospitalar.

O influenciador Willian Silva, conhecido nas redes sociais como Ken de CG, precisou ser internado após desenvolver uma infecção no rosto que começou depois de espremer uma espinha na região do bigode.
Com mais de 100 mil seguidores, ele compartilhou a experiência para alertar o público sobre os riscos de um hábito que muita gente considera inofensivo.
Segundo o influenciador, o inchaço começou perto da boca e rapidamente se espalhou pelo rosto, chegando à região dos olhos.
Em um vídeo publicado nas redes sociais, Ken contou que recebeu um alerta dos médicos sobre a gravidade da situação.
"Meu rosto ficou assim por causa dessa espinha. Estava com risco de dar meningite e até atingir o cérebro", relatou.
Por que essa região do rosto exige mais cuidado?
A área entre o nariz e o lábio superior — conhecida popularmente como região do bigode — faz parte de uma área do rosto considerada bastante delicada pelos especialistas.
Isso acontece porque ela possui uma importante rede de vasos sanguíneos que pode facilitar a disseminação de infecções em casos mais graves.
Embora complicações como meningite sejam raras, dermatologistas alertam que manipular espinhas aumenta significativamente o risco de contaminação, principalmente quando o procedimento é feito com as mãos ou unhas sem higiene adequada.
Além disso, o trauma provocado ao espremer a lesão pode agravar a inflamação, provocar infecções mais profundas e aumentar a chance de cicatrizes permanentes.
Quando a situação pode se tornar perigosa?
No caso de Ken de CG, os médicos explicaram que a infecção poderia se espalhar para outras partes do organismo caso não fosse tratada rapidamente.
Por isso, sinais como aumento rápido do inchaço, dor intensa, vermelhidão que se espalha, febre ou secreção merecem atenção e podem indicar a necessidade de avaliação médica.
Especialistas reforçam que, diante desses sintomas, a orientação é evitar receitas caseiras e procurar atendimento o quanto antes.
O melhor caminho é não espremer
Por mais tentador que pareça eliminar uma espinha imediatamente, a recomendação dos dermatologistas continua sendo a mesma: não manipular a lesão.
Além de aumentar o risco de infecção, o hábito pode deixar manchas, cicatrizes permanentes e prolongar o processo inflamatório.
O caso do influenciador serve como um importante alerta de que um gesto aparentemente simples pode trazer consequências muito mais sérias do que muita gente imagina.


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